O hydropulper é cheio com água e resíduos de embalagens. Agentes químicos como o hidróxido de sódio podem ser adicionados, com o objectivo de aumentar o PH e provocar a dilatação mais rápida das fibras, diminuindo o tempo necessário ao processo.

A mistura é agitada durante 15 a 60 minutos e as fibras são separadas. O polietileno, o alumínio e outros possíveis produtos são sucessivamente separados através de processos de centrifugação/filtração. A polpa obtida pode então vir a ser utilizada para o fabrico de vários materiais.

O polietileno, alumínio e outros materiais resultantes do processo, são na maioria dos casos enviados para aterro sanitário, contudo há casos onde estes materiais são aproveitados.

Em Espanha , na fábrica de papel da Nesa existe um processo de reciclagem em que os componentes não fibrosos são sujeitos a uma tecnologia - a pirolise-, que consiste num aquecimento controlado a uma temperatura suficientemente alta para gaseificar o polietileno e suficientemente baixa para conservar o alumínio intacto e puro.

O polietileno gaseificado, rico em conteúdo energético, é um excelente combustível para a secagem da polpa de papel e para a alimentação da própria pirolise.

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